O Caminho do Cavaleiro
Quando alguém toca no assunto, idade média, uma série de imagens associadas a esta época, logo vem a nossa cabeça. Sendo a principal delas, a do cavaleiro medieval.
A preparação desses guerreiros de elite começava desde muito cedo. Ainda na infância, normalmente aos sete anos de idade, os filhos de nobres já iniciavam seu treinamento como pajens. Aprendiam sobre normas de comportamento, honra, armas, preparação física, montaria e técnicas de combate.
Obtendo mais maturidade, o agora jovem aprendiz, tornava-se um escudeiro. Dai em diante, podia acompanhar seu mentor nas batalhas. Normalmente, encarregado de transportar o arsenal; tratar dos cavalos; cuidar das feridas do cavaleiro e o ajudar a vestir sua armadura. Em resumo, fazia todo o serviço menos honroso.
Chegada a vida adulta, finalmente o escudeiro estava pronto para subir de nível. É claro, após uma cerimonia religiosa, quando jurava seguir o código de honra e fidelidade ao seu suserano.
Tornava-se então um cavaleiro, algo verdadeiramente significativo, que elevava bastante o status social. Todavia, o custo da armadura, armas e cavalo, não era nem um pouco barato. Por causa disso, só mesmo os mais abastados conseguiam realizar tal feito.
Em períodos sem conflitos, esses guerreiros disputavam torneios, por dinheiro, fama ou simples vontade de lutar; afinal, a vida os tinha moldado para o combate, então os tempos tranquilos, deveriam ser meio tediosos para alguns deles. Sendo a mais famosa competição que eles disputavam, a Justa.
Anos e anos se passaram, mas a lembrança dos cavaleiros nunca se esvaiu, ainda os vemos nas mídias atuais, retratados como destemidos defensores de seus ideais.

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